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GAZETA

Valdir Piran se livra de tornozeleira

Sexta, 20 de outubro de 2017, 10h06

GLÁUCIO NOGUEIRA
DA REDAÇÃO

A juíza da 7ª Vara Criminal de Cuiabá, Selma Rosane Santos Arruda, determinou a retirada da tornozeleira eletrônica que monitorava o empresário Valdir Agostinho Piran. Com parecer favorável do Ministério Público Estadual (MPE), a decisão da juíza foi justificada pelo fato de que ele não causou nenhum tipo de problema à instrução processual, fase já concluída na ação penal.

Piran é réu em um dos processos decorrentes da Operação Sodoma. Ele foi preso em setembro de 2016, após a deflagração, por parte da Delegacia Fazendária (Defaz), da quarta fase da investigação. Piran é suspeito de ter recebido R$ 10 milhões, por conta de uma dívida do ex-governador Silval Barbosa (PMDB).

Os recursos, apontaram a Polícia Civil, foram desviados dos cofres públicos no processo de desapropriação de uma área no Jardim Liberdade, em Cuiabá. Cerca de um mês depois de preso, Piran conseguiu deixar o Centro de Custódia de Cuiabá (CCC), após o pagamento de uma fiança no valor de R$ 12 milhões.

Além do uso da tornozeleira, o empresário teve que se submeter a outras medidas cautelares, como a proibição de se encontrar com outros réus na mesma ação penal. Em fevereiro deste ano, o empresário tentou na Justiça a remoção do dispositivo, que foi negado por Selma. Um dos motivos para a negativa foi o fato do processo estar na fase de citação dos acusados e apresentação da defesa prévia, situação diferente do momento atual do processo, que está em fase final.

Ao determinar o fim do monitoramento, a juíza reconheceu que o empresário não causou transtorno à instrução processual e nem descumpriu as medidas cautelares impostas pela Justiça. “Esses motivos são suficientes para o deferimento do pedido, especialmente porque não vejo mais risco de fuga ou de que o réu volte a delinquir, até porque ao menos nestes autos não existe notícia disso”, afirmou Selma na decisão. No processo, Piran afirmou que não tinha conhecimento da origem do dinheiro usado pelo ex-governador, que firmou acordo de colaboração premiada com o Ministério Público Federal (MPF), para quitar a dívida.

 
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